Ex-generais e ex-agentes secretos de Israel defendem acordo com o Irã

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Um grupo de ex-generais e antigos chefes dos serviços de inteligência israelenses pediram ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu que aceite o acordo nuclear com o Irã, enquanto que o premiê continua expressando sua oposição tentando mobilizar o Congresso americano.

No pedido, publicado esta segunda-feira, os ex-funcionários expõem que "o acordo assinado pelas grandes potências em 14 de julho com o Irã já é um fato".

"É por isso que pedimos ao governo israelense que adote uma política que restaure a confiança e reforce a cooperação em termos de segurança e diplomacia com a administração americana, com o objetivo de se preparar para os inúmeros desafios que vão derivar deste acordo", assinala a carta.

Entre as pessoa que assinam a carta estão Ami Ayalon e Carmi Gillon, antigos chefes do serviço de segurança interna Shin Bet, Amiran Levin, o ex-subdiretor do serviço secreto do Mossad, Uzi Eilmann, ex-diretor da Comissão de Energia ATômica, e dezenas de antigos generais e altos funcionários.

Netanyahu e a grande maioria dos políticos israelenses condenam o acordo e acreditam que o Irã não se submeterá às condições que o impedem de conseguir a arma nuclear, que poderá ser utilizada contra Israel.

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